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Mulher condenada por latrocínio de empresário em Piripiri é presa no DF: ‘teve relacionamento com a vítima e arquitetou plano’, diz delegado

 

Keyla Andrade do Nascimento Silva, de 35 anos, condenada pelo latrocínio do empresário Francisco Firmino de Araújo, de 60 anos, em Piripiri, 166 km ao Norte de Teresina, foi presa nesta sexta-feira (9), no Distrito Federal (DF), quase 10 anos após o crime.

Segundo o diretor de Inteligência da Polícia Civil do Piauí (PC-PI), Yan Brayner, a mulher foi quem orquestrou o crime.

“Ela teve um relacionamento efêmero durante algum tempo com a vítima. Keyla arquitetou todo esse plano que vitimou o senhor Francisco Firmino”, afirmou.

Segundo a polícia, o crime aconteceu na estrada de acesso ao Açude Caldeirão, em Piripiri, na noite de 19 de dezembro de 2014. O empresário chegava em sua chácara de carro, acompanhado da esposa, quando foi rendido pelos criminosos, momento em que foi baleado na perna.

A vítima permaneceu no carro, sangrando, enquanto a esposa e o caseiro foram rendidos em cômodos da chácara e os criminosos realizaram um arrastão no local, levando joias e dinheiro. Francisco Firmino morreu no veículo, vítima de uma hemorragia.

Os criminosos fugiram em seguida. Após a investigação, três foram acusados pelo latrocínio. Além de Keyla Silva, Nelson Veras Rodrigues e Luís Gustavo Reis também responderam pelo crime. Não há informação sobre a situação atual dos outros dois réus.

Com relação a Keyla, ela era considerada foragida desde 15 de julho de 2019, quando a juíza Maria Helena Rezende Andrade Cavalcante, da 1ª Vara de Piripiri, expediu um mandado de prisão preventiva decorrente de decisão condenatória.

Conforme consta no documento, a mulher foi condenada, em primeira instância, a 22 anos e 6 meses de reclusão a serem cumpridos, inicialmente, em regime fechado. Com a prisão nesta sexta-feira, ela será recambiada para o sistema penal piauiense, onde ficará à disposição da Justiça.

Segundo a polícia, o crime aconteceu na estrada de acesso ao Açude Caldeirão, em Piripiri, na noite de 19 de dezembro de 2014. O empresário chegava em sua chácara de carro, acompanhado da esposa, quando foi rendido pelos criminosos, momento em que foi baleado na perna.

A vítima permaneceu no carro, sangrando, enquanto a esposa e o caseiro foram rendidos em cômodos da chácara e os criminosos realizaram um arrastão no local, levando joias e dinheiro. Francisco Firmino morreu no veículo, vítima de uma hemorragia.

Os criminosos fugiram em seguida. Após a investigação, três foram acusados pelo latrocínio. Além de Keyla Silva, Nelson Veras Rodrigues e Luís Gustavo Reis também responderam pelo crime. Não há informação sobre a situação atual dos outros dois réus.

Com relação a Keyla, ela era considerada foragida desde 15 de julho de 2019, quando a juíza Maria Helena Rezende Andrade Cavalcante, da 1ª Vara de Piripiri, expediu um mandado de prisão preventiva decorrente de decisão condenatória.

Conforme consta no documento, a mulher foi condenada, em primeira instância, a 22 anos e 6 meses de reclusão a serem cumpridos, inicialmente, em regime fechado. Com a prisão nesta sexta-feira, ela será recambiada para o sistema penal piauiense, onde ficará à disposição da Justiça.

Operação Lembrados

A prisão de Keyla foi parte da Operação Lembrados, cujo objetivo é localizar e prender indivíduos foragidos “que estão há anos em dívida com a justiça, trazendo à tona casos que, mesmo após longo tempo, permanecem sem resolução definitiva”.

Os alvos da operação são tanto os criminosos foragidos que estejam no Piauí como os que buscaram refúgio em outros estados. Para isso, a polícia busca cumprir mandados de prisão em aberto e oferece um canal seguro e anônimo para que a população colabore na localização de foragidos.

As denúncias anônimas podem ser realizadas pelo contato (86) 99492-3705 ou pelo canal ”Denúncia Anônima” do site da PC-PI.

G1 PI


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