Pequenos valores cobrados todos os meses na f atura de cartões de crédito de centenas de milhares de clientes. E mais: por serviços não contratados ou sequer solicitados pelos correntistas. Foi essa a prática que o Itaú admitiu adotar ao longo dos últimos 14 anos ao assinar acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Os métodos utilizados pelo Itaú para ludibriar os clientes, impor as cobranças e dificultar o cancelamento destas foram descritos na ação civil coletiva que deu origem ao acordo, revelado pelo Metrópoles, na coluna Manoela Alcântara. O documento também expõe a dimensão da prática, classificada como de "extrema má-fé", ao alcançar correntistas do Itaú e clientes de cartões parceiros do banco, como os oferecidos por lojas de departamento. "A cobrança indevida de um serviço/produto não autorizado/solicitado pelo consumidor não corresponde a um equívoco, mas a uma prática que vem sendo perpetrada há anos, de forma reiterada, contra milhares de cons...
Artigo de um leitor que não quis se identificar, a seguir na íntegra. Há dez anos, o chamado Grupo Serrote está no comando do município, certo? - A gestão do prefeito atual, vista como continuação da que já estava administrando, está se tornando conhecida na visão popular como “mão fechada”, por não investir como deveria; pelo os pouquinhos apresentados até aqui, focada apenas em retoques, vídeos de viagens do gestor ou de uma ou outra inauguração do que já tinha e foi reformado ou ainda do resultado de pequenos recursos que tem que ser aplicados, sem qualquer avanço real, a não ser financeiro para o seu círculo próximo. Veja o que mudou de fato: Educação: o que de grandioso aconteceu nesses 10 anos? Educadores: Mais valorizados? - E o dinheirão dos precatórios que em vários municípios vizinhos já faz é tempo que está na conta dos professores, pelo menos a primeira parcela, já se tem noção de quando será efetuada para os profissionais da rede ...