Entre Afrânio e Dormentes, o que quase não se via hoje é constante: de 3 a 5 carretas por viagem; relatos registram até nove num só percurso — e quase sempre com sobrepeso. 🚛 De raro a enchente na estrada Antes, composições desse porte — bitrens e rodotrens — eram raridade na malha estadual como a PE‑635. Hoje, é diferente: - Percorrendo Afrânio ↔ Dormentes, dificilmente você faz o trajeto sem cruzar com 3, 4 ou até 5 carretas; - Já há relatos confirmados: numa única viagem, contaram‑se nove desses veículos pesados circulando entre as duas cidades. Como explicado: geralmente o que aumenta o fluxo desses veículos pesados em uma rodovia estadual a fuga de balanças e fiscalização. O que começa como um desvio pontual termina virando corrida massiva de carga pesada. ⚠️ Mais volume = risco multiplicado - Tráfego apertado: estrada projetada para movimento leve agora convive com filas de gigantes; ultrapassagens ficam perigosíssimas; - Desgaste acelerado:...
Trecho Afrânio – Dormentes sofre desvio massivo de composições pesadas que evitam fiscalização; prejuízos já aparecem e risco de acidentes cresce. 🚛 O problema: por que a PE‑635? Carretas de dois vagões — bitrens e rodotrens — com peso acima do limite legal estão cada vez mais frequentes na rodovia estadual PE‑635, que liga Afrânio a Dormentes. A razão é simples: fuga de balanças e postos de fiscalização. Como essa via estadual não conta com balanças fixas nem fiscalização constante, pode ter virado rota alternativa preferida de quem transporta carga com excesso — desviando do controle onde existe e migrando para onde não tem. O resultado é um aumento brutal e artificial no fluxo de veículos pesados numa estrada que nunca foi projetada para isso. 💸 Prejuízos: a pista está “sendo moída” Rodovias estaduais como a PE‑635 têm projeto e estrutura bem mais leves do que estradas federais — e o sobrepeso acelera a destruição: 1. 🛣️ Deterioração acelerada do pavimento - Trincas, rachaduras e...