As festas juninas são a principal manifestação cultural da região, com celebrações em diversos municípios e atraindo grande público.
Elaboração:
A festa junina é uma tradição que ocorre durante o mês de junho, com celebrações em homenagem a Santo Antônio (13 de junho), São João (24 de junho) e São Pedro (29 de junho).
São João em Campina Grande:
A festa em Campina Grande é notória por sua grandiosidade, atraindo visitantes de todo o Brasil e do mundo.
Manifestação Cultural:
As festas juninas são um marco da cultura nordestina, com tradições como quadrilha, forró, comidas típicas e decorações alegres.
Diversas Festas:
Além de Campina Grande, outras cidades do Nordeste também realizam grandes festas juninas, como Caruaru (Pernambuco) e São Luís (Maranhão), que disputam o título de melhor festa junina.
Economia:
As festas juninas geram um grande movimento econômico na região, atraindo turistas e movimentando a economia local. Mas, não são só as grandes cidades que tem histórico de festas juninas memoráveis não, a primeira cidade de Pernambuco, para quem vem do Piauí e da Bahia, Afrânio no sertão do São Francisco, que já foi inclusive chamada por muitos de São João, que tem como padroeiro o São João batista, foi a cidade pequena de Pernambuco que mais fez história no estado com a festa de junho como popurlamente era conhecida na terra do doce o festejo. Entretanto, dada as invenções das exposições na região e o espírito não criativo do copi-cole em alta, a cidade linda e maravilhosa que infelizmente já teve o feioso nome de fazenda inveja antes de ser emancipada, também aderiu a moda abraçando as Expós isso ou aquilo e deixando de lado a realização da festa que mais fez história na cidade, que mais movimentou a enconomia do município e que mais envolveu os municípes e forrozeiros vizinhos dos estados do Piauí e Bahia que também curtiam curtir com a gente as alegrias da mesma inesquecível cultura do forró.
Pois bem. costumo recitar um pensamento que diz: aquele que esquece suas origens deixa de ser de algum lugar para ser de lugar nenhum, e isso porque sempre fui contra ao copiar, comparar ou invejar. Na minha concepção, fazendo chuva ou sol, sendo bonito ou feio, cada cidade, assim como as pessoas, tem sua característica marcante, personalidade própria e identidade inconfundível, e a nossa, digo, da terrinha do doce, em matéria de festa popular foi, é e será para sempre a festa de junho, o São João de Afrânio, com início no dia 15 e término na noite do dia 23 para 24, dia do padroeiro.
O problema da cópia é que ela nunca vai ser original. A caprishow de Dormentes foi a primeira grande festa da cidade e vai para sempre ser a maior. A caprinova de Queimada Nova foi a primeira festa do município e sem dúvidas vai ser sempre a melhor, bem como em vários outros municípios do Brasil. Agora 'nem que vaca tussa' a primeira, inesquecível e que nunca vai deixar de ter sido a maior e melhor de Afrânio, pelo menos pra quem entende de cultura, foi e será para sempre o São João. Portanto, quando o meu dinheiro da mega sena, que já o encomendei nos meus festivos sonhos juninos, chegar, podem ter certeza que eu vou descopiar a ideia das Expós, e vou correr atrás da EX mais querida do coração da minha terrinha, na época conhecida como festa de junho, objetivando resgastar a idenditade cultural do nosso povo, pois para mim quem mexe na tradição desmantela a história, até porque nunca iremos avançar como sociedade moderna pegando carona na identidade alheia, pregando a modernidade em detrimento da tradição, porque importa que por coisas novas lutemos sim, mas sem deixarmos de respeitar a nosssa própria história.
Assim sendo, quando o meu sonho se transformar em realidade Afrânio vai ter a sua festa do jeitinho que era antes, aberta, livre para as pessoas e para o comércio, com quadrilhas não especializadas em jeitinho esse ou aquele, como acontece por este nosso Brasil afora, mas "JUNINAS" marcadas pela coreografia da dança alegre e cultural que marcou e guardou dentro do nosso arquivo patriótico municipal e pessoal uma alegria característica que foi perdida com o passar dos anos e que hoje vive apenas na memória dos filhos desta terra forte, que como parceira pode e deve participar e apoiar as culturas vizinhas, todavia sem copiá-las, porque tem identidade cultural própria de primeiríssima qualidade e de altíssimo bom gosto.
Redigida por GSilva

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