📰 EXCLUSIVO: Na Festa de Afrânio, a 'EXPOLEITE 26' Liberdade de escolha fica de lado — só Heineken e Amstel serão comercializadas
Afrânio (PE) – 29 de julho de 2026 📢
A dúvida chegou ao fim: como levantou o Blog GSilva Independent e confirmado pela nossa equipe no momento do descarregamento dos produtos no pátio de eventos, as únicas cervejas disponíveis para o público durante a festa pública serão Heineken e Amstel, ambas em embalagens de lata. Os valores devem ficar aproximadamente em R$ 10,00 a latinha de Heineken, e entre R$ 7,00 e R$ 8,00 para a Amstel.
A informação contradiz o que se esperava de um evento bancado com recursos públicos: o direito de escolha do cidadão foi totalmente atropelado. Quem costuma consumir marcas como Skol ou Brahma — as mais procuradas nos bares e pontos de venda de Afrânio e região — não as encontrará por lá. Anteriormente, havia até menção à marca Devassa, que também não faz parte da preferência local e sequer integra o estoque que chegou ao local.
Os donos de boxes e barracas dentro do espaço confirmaram: só receberam essas duas marcas, sem possibilidade de oferecer outras opções. Uma festa que se diz de todos, mas que impõe o que o povo pode consumir, ignora o gosto, a realidade e a liberdade de quem paga — com impostos e com presença — para participar. O cidadão não tem só o direito de ir e vir: tem o direito de escolher o que consome, e essa autonomia não pode ser negociada por acordos que ninguém viu, nem aprovou. ✊
Sem liberdade de levar o próprio copo, também é atropelo ao comércio local
Se ficar confirmado que o cidadão também não poderá entrar sequer com o copo que compra nas banquinhas ao redor do pátio, o prejuizo a economia já começa aí. 🛑💰
De que adianta o comerciante vender os copos padronizados da Expoliete, se o público não pode trazê‑los para dentro do evento? É uma medida que não só cerceia a liberdade de cada um, como também tira o movimento e a renda de quem trabalha fora do espaço oficial ferindo o princípio do livre comercio — como se só quem estivesse dentro dos acordos da organização tivesse direito a vender e lucrar.
Os princípios do livre comércio local significam a ausência de barreiras governamentais, a livre concorrência e a autorregulação do mercado em uma escala regional ou municipal.
Um espaço público, pago com o dinheiro de todos, não pode virar território fechado, que dita o que se bebe, em que se bebe e onde se compra. O direito de escolha e o direito ao comércio justo andam juntos — e ambos estão sendo atropelados.
Jornalismo independente
📌 OBSERVAÇÃO FINAL
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