"Nota, que nota?": As notas que a população quer ver prefeito são as que representam os valores garantidos em lei
"Nota, que nota?" – essa é a pergunta que não quer calar entre os profissionais da educação e a economia de Afrânio. Não estamos falando de comunicados enviados para fora, de explicações que não respondem ao essencial ou de documentos que não chegam às mãos de quem tem direito.
O que a categoria e a sociedade esperam ver são as notas de R$ 100, R$ 50 e todos os valores correspondentes aos 60% dos precatórios do Fundef – parcela que é direito assegurado em lei (EC 114/2021 e Lei 14.325/2022) e que deve ser destinada, obrigatoriamente, aos profissionais do magistério .
Essa é a "nota" que interessa: o dinheiro na conta de quem trabalhou, lutou e tem direito adquirido. Não se trata de pedir favores, mas de cobrar o cumprimento da norma. O restante é conversa fiada, tentativa de enrolação ou desvio de foco.
A população de Afrânio não quer discursos. Quer ver o valor que pertence à educação chegar ao bolso dos professores. Qualquer "nota" que não seja para apresentar cálculos claros, valores individuais, cronograma de pagamento e garantia de que os 60% serão pagos integralmente não serve.
A única nota válida aqui é o comprovante de recebimento. Até lá, continuamos cobrando transparência e respeito aos direitos da classe. ✊
Base legal: Art. 5º da EC nº 114/2021; Lei nº 14.325/2022; entendimento do TCE-PE sobre destinação mínima de 60% aos profissionais do magistério.

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