UMA CORJA UNIDA E SEM LIMITES, E O QUE É PIOR, ENDEUSADA ATÉ POR FANÁTICOS RELIGIOSOS E FALSOS MORALISTAS. A COLUNA DA UOL REVELA QUE ESSA MESMA PRÁTICA ABSURDA, FOI ADOTADA POR OUTRO JÁ COMHECIDO NOME DESTA TURMA QUE DEBOCHA SEM VERGONHA NENHUMA DA CARA DA SOCIEDADE BRASILEIRA O EDUARDO CUNHA, ESTE NOVO ESCÂNDALO QUE ORA EXPÕE O CHEFÃO DO PL PARTIDO DO PRESIDENCIÁVEL DOS 134 MILHÕES DO BANQUEIRO MAIS CORRUPTO DO PAÍS. ASSEGURA QUE O CUNHA QUE ARTICULOU COM ESSA MESMA TURMA O IMPEDIMENTO DA PRESIDENTE DILMA POR SIMPLES PEDALADAS FISCAIS NÃO JÁ ESTÁ PRESA PORQUE? - A JUSTIÇA DESTE PAÍS CHAMADO BRASIL SÓ VALE PARA UM LADO, QUE JUSTIÇA É ESTA?
VAMOS AOS FATOS. SEGUNDO A COLUNISTA DANIELA LIMA DA UOL
Valdemar da Costa Neto, presidente nacional do PL e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não foi o único político sem mandato a usurpar emendas de deputados federais para atender aos próprios interesses. A Polícia Federal suspeita que a prática se disseminou ao longo dos últimos oito anos na Câmara dos Deputados e já identificou um segundo exemplo da mesma prática.
O ex-deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-MG) consta como ordenador do envio de diversas verbas, via emenda parlamentar, mesmo sem mandato.
Os investigadores encontraram menções a verbas que teriam sido distribuídas a diferentes bases eleitorais a pedido de Cunha, ex-presidente da Câmara e hoje pré-candidato a deputado por Minas Gerais, nas planilhas que estão sob apuração na execução do chamado orçamento secreto .
Procurado pela coluna, o ex-deputado não só admitiu a indicação de verbas por meio de emendas às quais, formalmente, por não estar na Câmara, ele não faria jus, como também a possibilidade de haver anotações em seu nome para recursos a serem distribuídos em dois Estados: Minas e Rio de Janeiro.
Cunha é do Rio, fez carreira política no Estado. Depois de ser cassado na esteira da Lava Jato, fez a filha deputada federal fluminense. Agora, de volta à arena eleitoral, vai concorrer a deputado por Minas, onde montou uma rede de rádios e base fincada na igreja evangélica. Daí a duplicidade na indicação das verbas.
Por conta disso, disse Cunha à coluna, se os recursos encontrados pela PF forem destinados ao Rio, o veículo usado por ele foi a própria filha. Se foram destinados a Minas, ele fez as indicações por meio de seu partido.
No caso de Valdemar da Costa Neto, a PF mapeou R$ 119 milhões que teriam sido destinados a mando de Valdemar por meio de emendas parlamentares a dois Estados: São Paulo, onde ele fez carreira, e Bahia.
Apenas deputados e senadores com mandato podem, por lei, reivindicar a destinação de emendas. O instrumento, por óbvio, não pode ser apropriado por terceiros, sem mandato, entendeu a PF, sob risco de desvio e desvirtuação do mecanismo.
"No caso analisado, um não parlamentar, ex-deputado cassado, presidente de uma importante sigla do Congresso [o PL], dispõe dos serviços de Mariangela Fialek [ex-assessora da Presidência da Cãmara] e de outros servidores da Casa para destinar recursos conforme seus interesses, em sintomas inequívocos do cometimento dos crimes de peculato", anotou a PF no caso de Valdemar.
A prática de Cunha se amoldaria aos mesmos termos, mas o ex-presidente da Câmara entende diferente. Para ele, tratar o caso como possível crime de peculato, como fez a PF no caso de Valdemar, soa "exagero".
"Eu pedi através do partido, onde coube ao líder assumir como indicação dele, até porque ele era de Minas", explicou. "Se for do Rio, as emendas são assinadas por minha filha."
"Seja como for, responderemos ao que for necessário, até porque nada de errado foi cometido", concluiu.
Para a PF, aqueles que assumiram como suas a destinação de verbas indicadas por terceiros, sem mandato, seria uma espécie de fraude
O ministro Flávio Dino, do Supremo, relator do caso de Valdemar, não cravou em seu despacho autorizando a PF a bloquear bens e vasculhar as operações do presidente do PL que está comprovado o crime, mas deu indicações do que entende estar fora do arcabouço legal.
A espantosa ascendência que alguns servidores da Câmara dos Deputados parecem atribuir ao investigado Valdemar da Costa Neto contrasta com a ausência de título jurídico que lhe permita dispor do orçamento público, sejam quais forem os valores, sejam quais forem os seus destinatários. Os espaços constitucionalmente permitidos às emendas parlamentares não degradam o Erário à condição de patrimônio privado, passível de aquisição, transação ou quotização entre as agremiações partidárias e seus dirigentes."
ATÉ QUANDO OS RELIGIOSOS ATUAIS ENVOLVIDOS COM ESTA CORJA VÃO CONTINUAR USANDO ATÉ MESMO O PÚLPITO DA IGREJA DE CRISTO PARA SUBSIDIAR ESSE TIPO DE GENTE, SEM TEMER A IRA DO JUSTO JUIZ, CHAMADO PELA BÍBLIA DE RETIDÃO E JUSTIÇA?

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