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O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) cometeu uma gafe nesta segunda-feira (24/8) ao responder sobre o plano para combater a violência contra as mulheres. Durante sabatina no Jornal Nacional, ele foi questionado sobre o compromisso que assumiria, caso eleito, diante do aumento dos casos de fem1nicídio. Na resposta, afirmou ter “uma série de programas contra as mulheres”.
A fala repercutiu nas redes sociais. “Zema comete gafe histórica ao vivo no Jornal Nacional e diz que tem
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Brasília, 24 de agosto de 2026 — Durante sua sabatina no Jornal Nacional, o candidato à Presidência Romeu Zema, do Partido Novo, cometeu um ato falho ao responder perguntas sobre o combate ao feminicídio. Ao invés de dizer que mantinha programas "contra a violência às mulheres", afirmou ter "uma série de programas contra as mulheres". A troca de palavras gerou imediata repercussão nas redes sociais.
📌 O episódio
Zema falava sobre as medidas de proteção e segurança implementadas durante sua gestão como governador de Minas Gerais. Ao se expressar, trocou propositalmente o termo e disse: "Temos uma série de programas contra as mulheres...", quando pretendia dizer contra a violência sofrida pelas mulheres. A fala foi registrada e rapidamente repercutiu, sendo apontada por internautas como um dos momentos mais chamativos da entrevista.
💬 Repercussão
O erro foi amplamente comentado nas redes sociais. Muitos usuários interpretaram o ato falho como um deslize que revela, nas entrelinhas, a forma como enxerga a pauta. O candidato tentava demonstrar compromisso com o tema, mas a troca de palavras acabou gerando justamente o efeito oposto: dúvida e crítica sobre o seu real entendimento do assunto.
💬 Comentário
É claro que a gente entende: Zema tentava dizer que tinha programas em favor das mulheres e contra a violência, e não "contra as mulheres". Mas o deslize revela algo mais profundo: ele é descoordenado na fala, lento, desconexo e se expressa muito mal. E pior: quando foi confrontado sobre os números da dívida do seu governo e sobre como faria se fosse presidente, se perdeu completamente. Demonstrou, de forma clara, falta de capacidade e de competência para administrar e gerenciar um país de dimensões continentais como o Brasil. Não é apenas um erro de dicção — é sinal de quem não domina o que diz e não tem segurança para conduzir o que precisa ser feito.

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