
Professores e outros profissionais da educação de Timbiras cobram o rateio das sobras do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), porque a lei prevê que pelo menos 70% desses recursos devem ser usados na remuneração de docentes e especialistas, e o que “sobrar” pode ser pago como um abono (um espécie de 14º salário), gerando expectativa por uma valorização e pagamento extra, especialmente no fim do ano letivo, para a concessão do abono.
A Lei do FUNDEB (Lei nº 14.113/2020) exige que 70% dos recursos sejam para o magistério, e a sobra, pode ser rateado como abono.
Valorização:
O rateio é visto como Pagamento Extra: É comum que prefeituras e estados anunciem o pagamento como um abono/14º salário.
Em 2025, muitas notícias de diversos municípios anunciaram e já pagaram o rateio, os professores de Timbiras estão cobrando o pagamento das sobras de Timbiras. O Fundeb é o mesmo, a situação económica é parecida, isso desmonta qualquer desculpa técnica. O que muda é a vontade política.
Em Resumo: Professores cobram o rateio do FUNDEB para receber um valor extra por sobras do fundo, garantindo que a verba vinculada à educação seja usada para valorizar os profissionais da área.
“Nós pedimos mais esclarecimentos já que 2025 não houve aumento expressivo no número de alunos, não houve aumento significativo no número de professores e não houve ampliação relevante no transporte escolar, houve menos gastos institucionais, toda sociedade sabe disso. Portanto segundo a lei, deveria haver o rateio entre os profissionais do magistério” – comentou o presidente do Simproesemma de Timbiras professor Antônio Filho.
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