Inicio do fim da farra com o dinheiro público: o meu sonho mais responsável dando sinais de realização
O que estava por trás desse apetite oculto desenfreado para estourar milhões em uma hora ou uma hora e meia de shows, todo ano ou até duas ou três vezes por ano? Começou pela Bahia: gestores municipais da Bahia para estabelecer limites nos gastos com atrações musicais durante os festejos juninos de 2026. A principal medida define um teto máximo de R$ 700 mil por apresentação artística, além de restringir reajustes acima da inflação em relação aos valores pagos em 2025. A decisão surgiu diante da escalada nos cachês de grandes artistas nos últimos anos, o que tem pressionado os cofres municipais. Pelo acordo, os municípios não poderão aumentar os gastos com eventos acima da inflação, e parcerias público-privadas também não poderão ser utilizadas para burlar as regras estabelecidas. A proposta foi debatida entre prefeitos e entidades municipalistas, como forma de garantir responsabilidade fiscal e segurança jurídica às gestões. Em Pernambuco , o presidente da Associação Munic...