Estudos conduzidos por pesquisadores de Harvard e publicados no periódico The BMJ indicam que o consumo de batata frita está associado a um risco 20% maior de desenvolver diabetes tipo 2. Esse aumento foi verificado em pessoas que consomem o alimento três ou mais vezes por semana.
Detalhes da Pesquisa e Impacto na Saúde
- Associação, não causa direta: A pesquisa é observacional e envolveu o acompanhamento de profissionais de saúde por décadas. O ganho de peso e o aumento do Índice de Massa Corporal (IMC) responderam por metade da ligação entre o consumo de frituras e a doença.
- O método de preparo importa: Comer batata assada, cozida ou em purê não apresentou risco significativo de aumento da doença. O perigo da batata frita está na combinação de carboidratos com as gorduras utilizadas no processo de fritura, que contribuem para o ganho de peso e a resistência à insulina.
- Alternativas: Substituir porções de batata frita por grãos integrais (como massas, pães ou arroz integral) pode reduzir o risco de diabetes em até 19%.
O estudo revelou que o consumo de batatas fritas está associado a um risco 20% maior de desenvolver a doença. Em contrapartida, se o tubérculo for consumido de outras formas — como cozido, assado ou em purê, a pesquisa mostra que não há associação significativa com o aumento do diagnóstico.
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