Essa é uma lição que a história sempre ensina, mas poucos querem ouvir: a soberba precede a queda. Por todo o Brasil, era quase uma certeza geral: a vitória estava garantida, a festa já estava montada, os discursos de vitória já estavam prontos. Em cada canto onde havia um bolsonarista, havia também a convicção de que não havia mais o que fazer — Flávio seria o próximo presidente. Mas eu sempre dizia, com calma: o jogo só acaba quando termina. Não importa se você é o favorito; se o adversário é experiente, se ele tem história, se ele representa algo que o povo abraça, subestimá-lo é o maior erro que existe. 🧠 Não subestimem o tricampeão. Flávio era o favorito sim, mas não estava jogando contra qualquer um. Estava jogando contra Luiz Inácio Lula da Silva — um nome, uma história, uma força coletiva que não se mede apenas por pesquisas de opinião. Como num futebol: o time que joga em casa e é favorito pode perder para quem tem experiência de sobra em virar jogos difíceis. Aquele velho ar...
Responsabilidade e compromisso com a notícia !